Bush, escute o Gandhi.
A fome e a raiva, como diz a música de João Bosco e Aldir Blanc, “é coisa dos homens”. Mas é também “coisa dos homens” o diálogo, a diplomacia e a autoridade, não só a do cargo que envergam, mas da realidade em que nasceram. Foi com este espírito que o presidente Lula abriu a 58ª Assembléia Geral da ONU, dando mais um passo para tornar-se um líder mundial em prol de uma nova ordem econômico-social.
No entanto, ao falar durante 23 minutos para chefes de Estado, de governo e representantes de 191 países, ressaltou que sua experiência de vida e trajetória política ensinaram-lhe a acreditar “na força do diálogo” e, para alfinetar Bush, citou Gandhi, que pregava a não-violência na luta contra o domínio britânico.
“A violência quando parece produzir o bem, é um bem temporário, enquanto o mal que faz é permanente.”


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